Terça-feira, Março 11, 2008

Ao término de um período de decadência sobrevém o ponto de mutação. A luz poderosa que fora banida ressurge. Há movimento, mas este não é gerado pela força... O movimento é natural. Surge espontaneamente. Por essa razão, a transformação do antigo torna-se fácil. O velho é descartado, e o novo é introduzido. Ambas as medidas se harmonizam com o tempo, não resultando daí, portanto, nenhum dano.
(I Ching)

por Leopas | 9:48:07 AM | comente:

Sexta-feira, Fevereiro 08, 2008

Nos últimos meses me dediquei ao tema do meu TCC: A Máquina de Fazer Nada. Como poderá ser conferido com o texto abaixo.

O trabalho foi bem aceito pela banca avaliadora, composta por Sergio Basbaum e Otávio Donasci. Houveram, como era de se esperar, reações adversas por parte do público.

Enfim. Estou vivo e de volta. Para embalar a faculdade, já me meti num mestrado, para não deixar a cabeça esfriar.

Abaixo segue parte da minha monografia.

P.F.,

A Máquina de Fazer Nada

Introdução

Desde que o homem se conhece por gente é portador de um fetiche por máquinas. Criar máquinas sempre foi um sonho antigo de homens conhecidos. Podemos citar Leonardo da Vinci, John Wilkins, Isaac Newton, Blaise Pascal, Henry Ford, Jean Tinguely, Lawrence Wahlstrom e recentemente temos Guto Lacaz, Chico Barcelos e alguns integrantes do movimento de arte cinética.

Provavelmente, a máquina não é tanto o objeto de fetiche dos homens como a vontade de tornar-se como Deus. De criar um ser a sua imagem e semelhança, além da possibilidade de expandir suas habilidades para coisas supra-humanas, como voar, correr como um lince ou até mesmo mergulhar como um peixe.

Tornou-se uma dúvida a possibilidade de criar uma Máquina de Fazer Nada, que em uma definição etimológica significa: qualquer meio engenhoso (Máquina) de produzir (Fazer) coisa alguma/nascida[Dicionário etimológico da língua portuguesa Lexicon / Dicionário on-line Houaiss] (Nada).

Justificativa

Este trabalho se justifica para pensar o que Descarte disse através de Guy Van Debeuque:
“Inventa-se uma infinidade de artifícios que nos possibilitem gozar, sem nenhum trabalho, dos frutos da terra.” [Debeuque:2004:14]

Assim, a Máquina de Fazer Nada se justifica pelo fato dos humanos precisarem urgentemente de uma máquina dessas, para que ela faça nada por eles, enquanto esses possam cumprir seus trabalhos cotidianos.

Este trabalho não se enquadra diretamente em Arte e Tecnologia, pois sua serventia é para pensar o que se produz de Arte e Tecnologia. Além de servir para pensar a sociedade contemporânea e sua corrida eterna pelo avanço tecnológico, que levando a nada ou não, ela acontece diáriamente.

Objetivo

O objetivo deste trabalho é conduzir o leitor do texto e o espectador do objeto plástico “A Máquina de Fazer Nada” a re-interpretar a sua própria existência no mundo.

O objeto plástico da última versão da “Máquina de Fazer Nada” será apresentada ao público em formato de performance, pois sua existência é efêmera, devido a fragilidade de suas peças, que quando expostas ao duro trabalho de fazer nada, se desgastam e quebram.

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por Leopas | 1:16:36 AM | comente:

Quinta-feira, Novembro 15, 2007

Estou trabalhando no meu TCC.


A Máquina de Fazer Nada....

por Leopas | 6:16:42 PM | comente:

Sábado, Agosto 18, 2007

Quando não se é mais dono dos sentimentos, será que é melhor excluí-los para evitar sofrimento?

por Leopas | 10:59:00 AM | comente:

por Leopas | 10:58:06 AM | comente:

Terça-feira, Junho 26, 2007

Hoje

A televisão desperta às 6h00 da madrugada
Levanto vou até ela e mudo para às 6h30 para ligar novamente
Desligo a televisão
A telivisão liga novamente às 6h30, como era de se esperar
Levanto novamente, mudo o horário para às 7h00.
Agora sim; Acordo; Necessidades feitas; Tomo banho

Saio do banho
Me visto
Ligo o computador
Verifico se alguém me mandou email de madrugada
Nada de email, de madrugada as pessoas dormem
Arrumo o cabelo
Escovo os dentes
Converso com algumas baratas que estão no banheiro
Me despeço e sigo em frente

Poxa, a porta está fechada, no minimo é arte da terceira barata, geralmente elas andam em trio. Antes fosse só isso, amarram os cadarços do meu sapato. Para completar a manhã um pequeno tombo.

Barata é uma criatura interessante, quando não estão conversando estão rindo, nunca as vi chorando.

Conversa de barata é engraçada, lembra o barulho de milhares de tampinhas de garrafa dentro de uma sacola chaqualhando. Numa última pesquisa que fiz, elas fazem suas reuniões secretas nos balaustres de casa.

Certo dia, quando eu estava em Vitória, minha esposa acorda com um barulho estranho. A príncipio minha esposa pensou que fossem as unhas das patas dos cachorrinhos que moram no apartamento de cima.

Dias depois, quando voltei, minha esposa me contou o episodio. Acreditei. Porém, um tempo depois, fui abordado por algumas baratas, em tempos diferentes e em ligares diferentes. Acredito que no total foram 6 baratas. Enfim, uma das baratas cochichou no meu ouvido, dizendo que eu deveria jogar todo veneno de barata fora. Não o fiz, aí veio a segunda, a terceira, a quarta barata até a sexta, dizendo a mesma coisa.

Joguei fora o veneno.

Depois disso, fui abordado por algumas baratas, me convidando para uma reunião de condominio das baratas que vivem no meu prédio.

Achei um desaforo total, pois as baratas diziam que eu deveria pagar uma indenisação, em espécie, por matar algumas baratas, membras de tradicionais familias, que habitam o apartamento onde moro e, isso, foi usado contra mim! Imaginem, as baratas disseram que eu cheguei aqui depois delas e portanto eu deveria aderir as regras impostas por elas.

De qualquer forma, após a conversa com as baratas no banheiro, saio enfim para trabalhar.

Desço pelo elevador de porta pantografica, que só cabem 3 pessoas, com risco de desabar.

Abro o portal do prédio.

Subo uma porra de uma ladeira.

Chego enfim ao tão esperado ponto de onibus, cansado por causa da ladeira.

Não tem lugar no onibus para me sentar.

Apoio minha bacia no femur, ele no joelho, o joelho na canela, e a canela nos pés.

Ereto.

2 horas de viagem e nehum banco desocupou

Merda.

Santo amaro esquina com a puta que pariu.

Desço da merda do onibus lotado, recompondo minhas vertebras.

Ando mais 15 minutos até o prédio.

Chego as 9h30, deveria estar lá ás 8h00.

Abro a bolsa e o que vejo?

Uma barata!

Uma barata que saiu em disparada para debaixo de uma mesa.

Vê se pode uma coisa dessas. Estão infiltrando baratas no meu trabalho.

Deixo a barata de lado.

Saio para almoçar e levo a minha amiga no bolso.
Chego do almoço, a barata se esconde de novo

Acho que ela está fazendo o favor de popular o meu local de trabalho

17h00, hora de ir embora!

Todos a postos, barata de volta pra bolsa.

Onibus lotado, duas vezes mais que a ida.

Fudeu.

Muito apertado.

Chego em casa as 19h00.

Percurso de apenas 12 quilometros

Faria em 1 hora a pé

Chego em casa

Pizza, eba!!!

A barata disse o mesmo...

Comemos.

Aqui estou escrevendo isso.....

por Leopas | 8:35:00 PM | comente:

Quarta-feira, Junho 20, 2007

Salve o caboblo Ojuara!!!!!

por Leopas | 11:46:27 PM | comente:

Sexta-feira, Junho 08, 2007

O que seria da sombra sem o Sol????

por Leopas | 3:14:05 PM | comente:

Terça-feira, Maio 29, 2007

"Rir muito e com freqüência; ganhar o respeito de pessoas inteligentes e o afeto das crianças; merecer a consideração de críticos honestos e suportar a traição de falsos amigos; apreciar a beleza, encontrar o melhor nos outros; deixar o mundo um pouco melhor, seja por uma saudável criança, um canteiro de jardim ou uma redimida condição social; saber que ao menos uma vida respirou mais fácil porque você viveu. Isso é ter tido sucesso."
Ralph Waldo Emerson

por Leopas | 3:42:53 PM | comente:

Segunda-feira, Abril 23, 2007

Em fase de maturidade!

por Leopas | 11:40:18 PM | comente:

Terça-feira, Fevereiro 27, 2007

aaaa

por Leopas | 2:49:48 PM | comente:

Quarta-feira, Dezembro 06, 2006

Quanta gente nervosa! Uma galera brava pq não pode voar!

por Leopas | 9:14:40 PM | comente:

Sábado, Outubro 07, 2006

VOTO FACULTATIVO

Com relação ao voto obrigatório ou facultativo, é importante registrar que nas principais democracias representativas o voto é, sempre, facultativo. Constata-se, de fato, uma correlação entre o voto obrigatório e o autoritarismo político. O voto facultativo é, sem dúvida, mais democrático e aufere melhor a vontade do eleitor.

Corrobora, ainda, a tese do voto facultativo o fato de que o exercício da cidadania é um direito fundamental do cidadão na democracia representativa. É quando o povo, regularmente, exerce o supremo poder. O poder de escolher os seus representantes.

O exercício da cidadania tem levado à maturidade política. Por outro lado, a obrigatoriedade do voto, na prática, não tem ocorrido, visto que após os pleitos eleitorais tem havido a apresentação e aprovação de projetos anistiando os faltosos.

Temos convicção de que o voto deve ser encarado como um direito e não como uma obrigação, um dever, passível de punição, por essa razão somos pela instituição do voto facultativo, mantendo, todavia, o alistamento eleitoral obrigatório para os maiores de dezoito e menores de setenta anos.

(retirado da pagina da web: http://www.senado.gov.br/web/relatorios/CEsp/RefPol/relat09.htm)

por Leopas | 12:14:03 PM | comente:

Quarta-feira, Setembro 20, 2006

por Leopas | 9:57:16 PM | comente:

Domingo, Setembro 10, 2006

por Leopas | 8:56:53 PM | comente:

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